Rabiscando as paredes do Sótão

Rabisco paredes a lápis para que a borracha encontre utilidade quando eu errar.

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A Imagem da Devoção

segunda-feira, 16 de março de 2009

O blog do Flickr publicou uma sequencia de imagens do fotógrafo Fabio Hirata que pertencem ao álbum Devoção. Trata-se de imagens muito bonitas de pessoas em momentos muito expressivos de devoção a partir de seus conceitos de como se expressarem ao seu Deus.

Esta é a minha preferida.


O portal www.igrejaemergente.com.br também possui um grupo no Flickr bastante interessante. Eu mesmo já postei algumas fotos minhas por lá.

Postado por Seloti às 11:18 AM 4 comentários

Você já entregou sua vida a Cristo?

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

"Se alguém que já se deparou com Cristo na cruz ainda achar que tem algum direito a exigir dele, não se converteu, não entregou a sua vida na cruz de Cristo"
Frase retirada do ótimo texto do Marcos Botelho no site sexxxchurch.com.

Postado por Seloti às 1:54 PM 4 comentários

Jesus no Atacado

domingo, 29 de junho de 2008

Recentemente conheci o interessante blog JESUS NO ATACADO EM ALTA ESCALA. Trata-se de um blog que relaciona as estratégias de marketing de grandes empresas com o cristianismo, trazendo reflexão de uma forma bem humorada.

O blog é bem estruturado e consegue manter a disciplina de ter posts semanais, sempre anunciando o nome do próximo post ao final do post atual.

Vale a visita.

Postado por Seloti às 7:07 AM 0 comentários

Reinventando a Fé

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Em matéria no GospelMais, uma pesquisa destaca o fato de uma nova forma de religiosidade estar crescendo entre os jovens brasileiros. São os crentes sem religião, que valorizam a pratica da fé, mas sem se vincularem a uma igreja.

Segundo a matéria, uma pesquisa do teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da PUC-SP, ainda inédita e que será apresentada no livro "Religiosidade Jovem", indica que, de 520 universitários entrevistados, de 17 a 25 anos, 32% são "jovens sem religião", sendo que, dos jovens sem religião, 12,2% se declararam agnósticos ou ateus e 19,8% crentes sem religião. O tema é assunto de comportamento da revista IstoÉ com chamada de capa para a matéria "A fé da juventude".

O que chama a atenção é o número dos chamados crentes sem religião. Segundo a antropóloga Regina Novaes, para a IstoÉ, "O espírito buscador do jovem não procura uma instituição religiosa que o enquadre, mas uma doutrina onde ele se encontre", ou seja, o jovem não está mais tão ligado a instituições religiosas, mas a um estilo de vida que ele acredite que possa desenvolver sua fé.

Segundo matéria da IstoÉ, "os símbolos religiosos, antes difundidos na igreja e no âmbito familiar, circulam mais por outras áreas de domínio público", como blogs, camisetas, feiras, na moda. O que acompanha a necessidade de qualquer jovem de se identificar com algo, se relacionar, e expressar o que vive, o que sente. Talvez este seja um sinal de que as instituições religiosas não têm oferecido esta oportunidade aos jovens.

Eu continuo acreditando na igreja, e ainda mais na Igreja, mas pesquisas como esta mostram a necessidade de a igreja brasileira se reinventar, de forma criativa, que possibilite às próximas gerações serem livres do pecado, ter acesso a Deus e expressarem isso, sem necessariamente abrir mão de todo o aspecto cultural que nos cerca. Um posicionamento errôneo da igreja hoje, irá refletir decisivamente na vida ou na morte das instituições cristãs do Brasil.

A Herança

sexta-feira, 6 de junho de 2008

"Já transferi todos os meus bens para minha família. Existe, porém, uma coisa mais que eu gostaria de oferecer a meus filhos: a fé cristã. Com ela, poderiam ser ricos, mesmo que eu não lhes tivesse dado nenhum centavo. Sem essa fé cristã, eles seriam pobres, mesmo que eu lhes tivesse dado o mundo inteiro." - Patrick Henry, político norte-americano do século XVIII
Retirado do blog Missão Virtual.

Postado por Seloti às 7:02 PM 0 comentários

Sem Tabaco

sábado, 31 de maio de 2008

Toda a blogosfera tem destacado o fato de hoje ser o Dia Mundial Sem Tabaco.

Já postei anteriormente sobre isso, e retomo o assunto hoje e, pra começar, o art. 2º da lei federal 9.294 de 1996 traz algumas coisas interessantes para quem quer saber onde pode ou não pode fumar, ativa ou passivamente. Ela é bastante útil para quem não aguenta a fumaça em bares, restaurantes e ambientes fechados que costuma frequentar.

O blog Homens Modernos postou uma série de links úteis que eu vou tentar reproduzí=los neste post.

Nem preciso dizer que fumar faz mal para a saúde de quem fuma, de quem está perto de quem fuma e do planeta. Ou seja, fumar faz mal a todo mundo, fumante ou não.

Mas se você ainda nã está cpnvencido disso, o site da Fiocruz traz um pouco mais sobre as substâncias que um cigarro contém, seus efeitos e consequências e também alguns métodos para combater o vício. O Drauzio Varella também fala um pouco sobre o assunto. Na Veja você encontra imagens do estrago que o fumo faz e também confere relatos do antes e depois do cigarro na vida destas pessoas. O G1 traz também as novas imagens que irão estampar as embalagens de cigarro.

Pra quem esta na luta para se ver livre do cigarro, parar de fumar, e ver uma significativa melhora na qualidade de vida, o Terra dá algumas dicas. porém, vale embrar que, força de vontade, somada ao companheirismo de algum amigo são tão bem vindos quanto um pouco de fé em Deus nesse momento. Continue tentando.

Estratégias Ultrapassadas

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Quando pensei em vir a Jocum imaginei que muita coisa mudaria em meu modo de ver as coisas, que eu seria curado das minhas dores e que Deus daria direção para o meu ministério. Tudo isso tem acontecido, só que numa proporção e sob uma ótica que eu não imaginava. Chegando aqui eu descobri que eu não sou o centro, que o meu próximo deve ser o principal alvo de minha preocupação. Mais do que isso: descobri que meu modo de ver missões, evangelização, o "ganhar almas", estava muito, mas muito a quem da realidade do mundo que vivemos.

Hoje vejo o quanto nós como igreja estamos alienados com relação ao mundo ao nosso redor. Não entendemos o grito de nossa geração porque simplesmente não paramos para ouvi-la. É mais cômodo nos encondermos em nossas igrejas, "fugindo do pecado" e não nos relacionando com "os pecadores". Quanto preconceito, cegueira e religiosidade. Onde estão os profetas do nosso tempo? Onde estão aqueles que ouvem e entendem o grito da nossa geração?

Durante uma das aulas, um professor falou de algo que ficou martelando em meu coração. Quem vai alcançar essa moçada que passa o dia inteiro trancada em uma quarto, em seus jogos de computador, suas amizades virtuais e quase nenhum contato com o mundo fora das suas quatro paredes? Alguns deles só se encontram com os seus amigos virtuais pessoalmente quando decidem tirar sua própria vida, por entender que ela não vale mais a pena. De que maneira nossas "estratégias de evangelismo" alcançarão essas pessoas? Teatro de pantomima? Entrega de folhetos/panfletos? Impactos de rua? Pregações e gritos a plenos pulmões em praça pública? Concentração de adoração? Tá na hora de repensar o modo como revelamos o reino de Deus ao nosso próximo.

Uma dica: relacionamentos!
 

Postado por Seloti às 5:57 PM 4 comentários

Amor Incondicional

quarta-feira, 28 de maio de 2008

“A maior carência do nosso tempo é por uma igreja que se torne o que a igreja raramente tem sido: o corpo de Cristo com o rosto voltado para o mundo, amando aos outros independentemente de religião ou cultura, derramando-se numa vida de serviço, oferecendo esperança a um mundo aterrorizado e apresentando-se como alternativa genuína ao que se passa hoje.” - Brennan Manning
Referência a Brennam Manning retirada do texto É Proibido Pensar? do excelente Missão Virtual.

Postado por Seloti às 12:40 AM 0 comentários

Troquei a Marcha pela Parada

terça-feira, 27 de maio de 2008

Aconteceu domingo passado. No caminho de volta para casa, eu e minha esposa nos olhamos e de alguma forma entendemos que, se nada mudar, no próximo ano estaríamos de volta a Parada do Orgulho GLBT, e bem longe da Marcha para Jesus. Não que eu esteja esperando ansiosamente pela Parada ou algo assim, mas se ela acontecer no próximo ano, vou me esforçar para estar lá, e quem sabe para oferecer bem mais do que puda nesta última.

Também não sou totalmente contra a Marcha. Foi numa Marcha que minha esposa me achou estranho pela primeira vez. E foi numa Marcha que eu comecei a perceber também como uma multidão de pessoas, que se dizem cristãs, andando por famosas avenidas de uma megalópole, se torna uma grande oportunidade para poucas pessoas satisfazerem vontades egoístas quando "agraciadas" pelo dom divino do microfone. Portanto, a experiência foi boa.

Aceitei um convite do Jota para ir até a Parada e ajudar o pessoal da SexxxChurch a distribuir um kit que acompanhava um copo d'água e um pouco de amor para as pessoas que estivessem por lá. Para enxergar a Luz é preciso ter coragem de abrir os olhos, e ter os olhos abertos é enxergar aquilo que muitos não querem ver. Mais uma vez fui levado por Deus a entender o que ele já havia me dito várias vezes antes. Que a minha obediência a Palavra, vale muito mais que qualquer música que eu cante ao final de uma caminhada de algumas horas.

Me chamou a atenção o grande envolvimento de heterossexuais na Parada Gay. O mesmo não acontece com os não-cristãos em relação à Marcha. Me leva a pensar no quanto os cristãos por trás da Marcha deixaram de aprender com o restante da criação enquanto se enjaulavam e rotulavam "sacro" ou "impuro" aquilo tudo o que Deus criou. "Jesus ama a todos", não é mesmo?

Está na hora de a Marcha dar uma Parada.

Cristão Sai do Armário?

sexta-feira, 18 de abril de 2008

 
 

Desde a última quarta-feira, tem pipocado na Internet a notícia de que Azariah Southworth, âncora de um famoso programa estadunidense voltado para o público jovem cristão, assumiu publicamente sua homossexualidade.

"Já tem um bom tempo. Eu estou em um lugar onde estou em paz com minha fé, amigos, família e, o mais importante, comigo. Eu sei que isto ira encerrar minha carreira na televisão cristã, mas eu devo agora viver minha vida abertamente e honestamente com todos. Esta é a minha razão para fazer isto."

Por um ano e meio, Azariah Southworth ancora e produz o programa The Remix da JCTV onde já apresentou artistas do primeiro time de bandas cristãs como Jars of Clay, Avalon, Superchick, Building 429 e Rachael Lampa. O programa pode ser assistido por mais de 128 milhões de lares no mundo todo e tem média de 200 mil espectadores por semana.

"Eu sei que serei vetado por muitos de dentro da comunidade cristã, e se isso acontecer, então eles não pegaram a idéia da vida de Cristo."
 
"Eu creio que vivendo honestamente e autenticamente agora, eu estou apto a ser uma pessoa melhor e um cristão melhor. Todos nós sabemos que há muitos outros gays na indústria cristã, eles só estão com medo, eu estava com medo, mas agora eu não tenho mais o que temer."
 
Após tomar conhecimento desse caso que aconteceu lá fora, comecei a listar uma série de perguntas que não consigo responder.
 
Cristão sai do armário? Alguém pode ser gay e cristão?
Não sou gay, e a opção sexual das pessoas, mesmo eu não concordando, não me impede de me relacionar com elas, mas por que eu fico tão incomodado quando leio esta notícia?
Será que o que ele diz acontece no Brasil também?
Qual é o meu papel quando tomo conhecimento de um cristão que se declara homossexual? Será que eu tenho algum papel a exercer?
 
Fique à vontade em me ajudar a responder.

Meninas Safadas

terça-feira, 30 de outubro de 2007

O último lugar em que você esperaria ver um pornô seria na sala de estar de um pastor.

Mas entre o retrato quebrado de Natal da minha família e uma impressora matricial ficava a tela de um computador. Mal eu podia saber que o lugar onde eu digitei relatórios de livros ou mandei mensagens instantâneas aos amigos também se tornaria a porta para uma quantidade interminável do fruto proibido - e uma quantidade sem fim de culpa.

Crescendo como a filha de um pregador Batista, eu era o retrato de 16 anos de idade da ingenuidade. Minha família havia recém se mudado de uma pequena e isolada cidade no oeste do Texas para Dallas, e em questão de dias em minha nova residência, fui bombardeada pela prevalente cultura sexual de uma grande cidade.

Clubes de strip e cartazes acompanham as rodovias. Havia um sex-shop gigante a poucos quilômetros de nossa casa. Hormônios adolescentes inflamados e à tentação de me deixar levar pela minha curiosidade revelou - se uma combinação perigosa.

Meus pais e meu irmão adormeceram rapidamente enquanto eu conectei à Internet uma noite. Eu busquei a palavra "sexo" e em segundos tive acesso a um mar de loiras prateadas bem dotadas fazendo coisas com rapazes (e mulheres) que eu nunca havia visto antes.

Por morar em casa e o único computador estar na sala, não havia muitas oportunidades para fazer minha "pesquisa de educação sexual", mas sempre que eu estava sozinha, eu rapidamente satisfazia meu interesse.

Eu me formei cedo no ensino médio e logo me mudei para fora de casa quando tinha apenas 17 anos de idade. Eu tinha o meu próprio espaço com o meu próprio computador, e todo o tempo livre no mundo. Eu ia trabalhar (em uma livraria cristã do bairro), voltava para casa, e olhava pornografia quase todas as noites.

Eu frequentava chats eróticos, assistia a filmes e navegava através de centenas e centenas de fotos. Logo meu problema com a pornografia começou a afetar meu desempenho no trabalho e meus relacionamentos.

É claro que nunca mencionei minha luta para ninguém. Pornografia era algo típico, até esperado, de rapazes, mas uma menina? Uma menina que gosta de pornografia? Eu questionava frequentemente minha orientação sexual.

Por que eu gostaria de olhar mulheres nuas? Eu era homossexual? Bissexual? Pervertida? Eu odiava muito o que estava fazendo. Eu sabia que era errado, mas não conseguia parar.

O ciclo continuou durante anos. Me sentindo culpada e jurando nunca fazê-lo novamente, e sucumbindo alguns dias mais tarde. Eu orava a Deus para levar embora os meus desejos. Foi quando eu percebi que era mais do que apenas olhar para as fotos.

Não podia deixar de pensar nisso, e eu tinha mais do que suficiente em imagens gravadas na minha memória para jogá-las novamente no pensamento, mesmo que eu conseguisse ficar fora do computador por um tempo.

Então, por que as mulheres lutam com isso? Embora estereotipicamente não somos tão visualmente estimuladas quanto os nossos colegas masculinos, não somos cegas. Há algo sobre o corpo de uma mulher que é bonito e misterioso, até mesmo proibido, e que brinca com a nossa psique e nos tenta.

Pelo menos para mim, ver estas mulheres perfeitas alimentava uma enorme necessidade emocional. Eu era capaz de me colocar no papel do que eu estava vendo, e, ao fazer isso, me fazia sentir bonita e aceita.

Eu me transformava num corpo perfeito, sexy, e eu era desejada e querida. Eu era capaz de escapar da minha aparência física imperfeita e ser transformada, em minha mente, nesta mulher perfeita.

Minhas atividades online também estragaram minha vida diúrna. Eu fui noiva por cerca de um ano e enganava meu noivo. Depois disso, eu "namorei" vários caras novos por mês, me envolvendo fisicamente com eles de alguma forma.

De acordo com tudo que eu tinha visto, ser aceita e amada significava um relacionamento sexual, e que menina não precisa ser aceita e amada? Fiz meu corpo e meu coração em pedaços durante esses anos.

Quando eu estava com 21, me envolvi em um grave acidente de carro que me levou a reavaliar a forma como eu estava vivendo minha vida. Naquela altura, eu estava fingindo que não havia Deus, exceto quando eu precisava do Seu perdão, e só então eu voltava correndo para Deus. Após o acidente, finalmente algo estalou, e eu percebi que amor não é igual a sexo.

Foi nesse momento que eu decidi dar meia volta - mudar o meu pensamento - e então minhas ações eventualmente (e com esperança) mudar também. Tive de dizer adeus aos meus hábitos online, e aos offline também.

Faz 10 anos desde o meu primeiro encontro com a pornografia online, e eu gostaria de admitir que eu fiz um caminho perfeito até a pureza. Gostaria de poder dizer que eu sempre me mantenho em pensamentos corretos ou desligo o computador quando a tentação começa a ser demais, mas a verdade não é esta.

Eu ainda sou uma menina que luta. Eu ainda sou uma menina que vive um dia de cada vez, dependendo de um Deus cuja concepção de sexo e amor é muito além do que eu poderia sequer imaginar. Assim, a cada dia e todos os dias, eu oro a Deus para primeiro dirigir e depois redirecionar meu pensamento como for necessário.

E eu sou grata pois Ele é fiel para me encontrar em algum lugar entre o mouse e a tela do computador.

Texto retirado e traduzido do sitio Relevant Magazine e traduzido por mim. O original está aqui sob o nome de Dirty GIrls: The new porn addicts.

Postei este artigo por dois motivos.

O primeiro é pra que nós estivéssemos atentos, e com a mente aberta, para alguns exemplos de particularidades da nossa geração, onde meninas, e não meninos como de costume, se viciam e são "educadas" sexualmente pela pornografia, e não mais comprando revistas como antigamente, mas agora através da Internet, tirando proveito de toda a liberdade que nossos pais nos dão ao pensar que estamos seguros quando estamos em nossas casas.

O segundo é para ajudar a divulgar o sitio http://www.sexxxchurch.com/ que está sendo lançado pelo meu amigo Jota, e que tem como intenção nos alertar para a sexualidade num contexto cristão. Sim! Os cristãos possuem sexualidade, e não! Não é pecado falar sobre ela.

CELVA

domingo, 30 de setembro de 2007

Movido pelo inspirador post do Luis, resolvi compartilhar também no meu blog o vídeo que o pessoal do CELVA disponibilizou no youtube.

Quero conhecer melhor o trabalho desse pessoal para ver se consigo transformar essa inspiração em algo prático algum dia. Quem sabe?

Postado por Seloti às 6:26 AM 0 comentários

Deus é cruel!

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Diálogo fictício entre dois amigos. Baseado em fatos reais.

- Você não vai acreditar!
- O quê aconteceu?
- Lembra daquela entrevista que eu fiz naquela super empresa já tem mais de um mês?
- Aquela que eles te adoraram, mas não retornaram mais?
- Pois é esta mesmo! Acabaram de me ligar!
- Sério? E ai?
- E aí que eles querem que eu comece mês que vem.
- Mas você já não está super bem empregado?
- Eu não só estou super bem empregado como, além desta empresa, ainda tem uma outra me procurando pra marcar entrevista.
- Poxa vida!
- Acredite se quiser! O interessante é que orei ontem mesmo pela minha vida financeira, e as propostas são muito boas.
- Rápido, né?
- Incrível! E tem mais! Há dois dias eu presenteei meu irmão com um aparelho eletrônico super caro e cheio de recursos que eu estava querendo vender, mas aí pensei: "me deixa agradar meu irmão vai".
- E você acha que isso tem a ver com essa oportunidade ter dado certo depois de tanto tempo?
- Nunca vou saber. Talvez seja pelas 24 horas de jejum que eu fiz há quatro dias
atrás.
- Mas você acredita nesse lance de jejum e consagração?
- Não sei direito, mas tem como crer nisso com a minha mente? Talvez eu deva apenas aceitar com o coração.
- É verdade...
- De qualquer forma, só tenho a agradecer a Deus por ele ter me colocado nesta "fria" de ter que decidir entre três super oportunidades de trabalho. É como diz aquele adesivo de carro lá...
- Que adesivo?
- Deus é cruel!

Postado por Seloti às 12:10 PM 1 comentários

Como evitar conversas incômodas sobre religião

segunda-feira, 21 de maio de 2007

"Há um momento e um lugar para tudo debaixo do sol, inclusive para discussões sobre religião. Se você é religioso ou não, se alguém estiver tentando te envolver em uma conversa, ou talvez em um argumento, a respeito de religião ou de moralidade, mas o momento e a situação são inadequados e incômodos, este artigo irá lhe ajudar a encontrar uma maneira evitar um debate aquecido da forma mais polida possível."

É assim que começa o artigo (em inglês) do Wikihow sobre Como evitar conversas incômodas sobre religião. A seguir, algumas das melhores dicas do artigo.

  • Resista ao impulso de discutir. É difícil ignorar uma questão que pareça completamente ignorante e infundada, e você provavelmente terá o impulso de corrigir a pessoa. Ao invés disso, sorria e diga “interessante…”
  • Mude de assunto. Pergunte sobre as crianças, a saúde, o trabalho. Faça uma piada com o assunto. Por exemplo, "Religião? Não, eu não vi esse filme".
  • Arrume uma desculpa para sair. Peça licença para usar o banheiro, ou cumprimente uma pessoa que acabou de chegar, ou minta dizendo que o seu celular está tocando no silencioso. Olhe para o celular e finja que é alguém importante e que você precisa retornar esta ligação. Entretanto, não retornar após a ligação pode parecer rude, e isto pode motivar a outra pessoa a querer "iluminá-lo" ainda mais.

Atenção: Levar uma pessoa tagarela e persistente a acreditar que você está concordando com ela apenas para que ela se cale, irá apenas encorajá-la a que ela te procure mais vezes para conversar sobre o assunto. Se você os deixar pensar que está de acordo com eles, eles poderão conferir de tempos em tempos para ver se você está na mesma página.

Postado por Seloti às 6:20 PM 0 comentários

Virada Cultural

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Procurei por algum evento cristão/gospel/evangélico/pentecostal que aconteça neste final de semana, durante a Virada Cultural, e não achei nenhum.

Alguém sabe me explicar o porque de nenhuma das bandas, grupos de dança, grupos de teatro e corais mantidas pelas igrejas cristãs de São Paulo estarem participando da Virada Cultural?

Em meio a alguns questionamentos sobre o assunto, separei alguns deles para compartilhar com vocês. Será que esses grupos encontram resistência da sociedade para se expressarem como cristãos? Ou será que esses grupos encontram resistência dos cristãos para se expressarem como sociedade? Será que os cristãos sabem o que é cultura? A Igreja deve se importar com questões culturais?

Alguém arrisca um palpite?

Em tempo...
Existe vida inteligente entre os artistas cristãos?

Postado por Seloti às 4:33 PM 3 comentários

Será que alguém a ouve?

terça-feira, 24 de abril de 2007

Ontem, dirigindo sozinho, rumo à casa da minha namorada, minha cabeça viajava e tentava encontrar soluções para uma situação que envolve uma pessoa que eu tenho aprendido a amar e sua família, quando logo após orar rapidamente por cada um dos envolvidos nesta situação, uma música começou a tocar no rádio e me chamou a atenção, primeiro pela beleza e simplicidade dos acordes (coisa de músico), depois pela autenticidade de sua letra.

Nos primeiros versos cantados pelo vocalista, percebi que se tratava de uma banda chamada Casting Crowns. Era a primeira vez que eu ouvia aquela música deles. E no pouco que pude entender com meu inglês, percebi que a música falava sobre uma menina e sobre algumas situações que ela estava vivendo.

Tive o cuidado de gravar algumas frases daquela canção na minha memória para procurar algo sobre ela na internet assim que possível.

Hoje tive uma surpresa ao buscar a letra desta música na internet e perceber o quanto Deus usa as formas mais esquisitas para dizer que está me ouvindo.

Este é um vídeo da música que eu ouvi ontem.



E aqui a letra da música e a minha tradução.
Does Anybody Hear Her
She is running
A hundred miles an hour in the wrong direction
She is trying
But the canyon's ever widening
In the depths of her cold heart
So she sets out on another misadventure just to find
She's another two years older
And she's three more steps behind

Does anybody hear her? Can anybody see?
Or does anybody even know she's going down today
Under the shadow of our steeple
With all the lost and lonely people
Searching for the hope that's tucked away in you and me
Does anybody hear her? Can anybody see?

She is yearning
For shelter and affection
That she never found at home
She is searching
For a hero to ride in
To ride in and save the day
And in walks her prince charming
And he knows just what to say
Momentary lapse of reason
And she gives herself away

If judgment looms under every steeple
If lofty glances from lofty people
Can't see past her scarlet letter
And we never even met her
Será que alguém a ouve?
Ela está correndo
A centenas de milhas por hora na direção errada
Ela está tentando
Mas o abismo é cada vez maior
Nas profundezas de seu coração gelado
Então ela embarca em outra aventura apenas para encontrar
Ela está dois anos mais velha
E três passos a mais para trás

Será que alguém a ouve? Pode alguém enxergar?
Ou alguém ao menos sabe que ela está caindo hoje
Sob a sobra da torre de nossa igreja
Com todas as pessoas perdidas e sozinhas
Procurando pela esperança que é arrancada de você e de mim
Será que alguém a ouve? Pode alguém enxergar?

Ela está ansiando
Por abrigo e afeição
Que ela nunca encontrou em casa
Ela está buscando
Por um herói para curtir
Pra curtir e salvar o dia
E no seu caminho um príncipe encantado
E ele sabe exatamente o que dizer
Lapso momentâneo da razão
E ela se entrega

Se juízo surge sob cada torre de igreja
Se olhares altivos de pessoas altivas
Não podem ver além de suas letras escarlates
E nós nem ao menos a conhecemos

Postado por Seloti às 4:45 PM 2 comentários