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Igreja ltda.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

É ou não é uma empresa?

Segue, na integra, um comunicado oficial, assinado por Maurício Soares, Diretor Executivo da Toque no Altar Music.

MINISTÉRIO DE LOUVOR TOQUE NO ALTAR

COMUNICADO OFICIAL

Rio de Janeiro, 01 de fevereiro de 2007.

Nas últimas semanas temos convivido com inúmeras informações, notícias e boatos quanto à existência de prováveis desentendimentos havidos entre os membros do Ministério Toque no Altar.

A fim de dirimirmos quaisquer dúvidas e no intuito maior de restabelecermos a VERDADE, vimos a público esclarecer que:

1) Sob a direção do Pr. Marcus Gregório (idealizador e fundador do projeto), o Toque no Altar é parte integrante (proveniente/fruto) da Comunidade Evangélica Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, sendo formado por músicos (em tempo integral) da referida igreja;

2) O nome e a marca Toque no Altar pertencem tão só e unicamente ao Ministério Apascentar de Nova Iguaçu – propriedades registradas junto ao INPI;

3) Os integrantes do Ministério Toque no Altar são músicos em tempo integral, contratados como funcionários vinculados ao Ministério Apascentar de Nova Iguaçu;

4) Além do vínculo empregatício com o Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, os músicos possuem contrato artístico em vigor e válido até abril de 2011 com a gravadora Toque no Altar Music ;

5) Ocorre que desde o mês de novembro de 2006, os integrantes Luis Arcanjo, André Rodrigues e André Matos, começaram a demonstrar, mal veladamente (com suas ações e omissões) interesse em desligarem-se do Ministério;

6) Infelizmente, ao invés de expressarem clara e objetivamente suas intenções diretamente ao Pr. Marcus Gregório, optaram pela pura e simples ruptura, decidindo unilateralmente passar a não mais cumprirem com suas obrigações contratuais, e o que é mais lamentável, rompendo com os laços fraternais e os vínculos de submissão espiritual que deviam ao Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, consequentemente, ao próprio Pr. Marcus Gregório;

7) Após algumas frustradas tentativas de reaproximação por parte do Pr. Marcus Gregório, restou claro que a decisão dos referidos integrantes foi mesmo a de rompimento sumário;

8) Sem que houvesse em nenhum momento a rescisão do contrato artístico em vigor, mesmo ainda sem oficialmente (juridicamente) estarem desligados (desobrigados) dos vínculos trabalhistas e/ou artísticos que ainda têm com o Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, bem como com a Gravadora Toque no Altar, estas pessoas começaram a divulgar a criação de um novo "ministério", denominado "Trazendo a Arca", praticando assim, grave infração contratual;

9) Numa demonstração de absoluta má fé, estas mesmas pessoas, utilizando-se indevidamente do nome, do respeito e da credibilidade amealhada durante anos de trabalho sério do “Toque no Altar”, estão ilicitamente agendando eventos pelo país, ludibriando não só os contratantes como o público presente a estes eventos que são, portanto, viciados de ILEGALIDADE;

10) No último sábado (27), durante um destes eventos realizados à revelia da direção do Toque no Altar, no bairro de Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, estas pessoas foram extrajudicialmente notificadas dos fatos aqui narrados, com a presença de um de nossos advogados. Na ocasião, todos foram oficialmente comunicados que estão infringindo inúmeras cláusulas contratuais, bem como advertidos de não mais continuarem com este comportamento ilegal e estas práticas abusivas, sob pena de sofrerem as sanções legais cabíveis;

11) Para esclarecimento de todos os interessados, e mesmo para resguardar direitos e prevenir responsabilidades, cumpre-nos informar que estas pessoas, de acordo com contrato juridicamente firmado com o Toque no Altar Music estão legalmente impedidas de:
A - participarem de eventos, mesmo que sob outro nome artístico diferente de "Toque no Altar";
B - interpretarem as canções do “Toque no Altar”;
C - participarem de programas de Rádio, TV ou outros órgãos da imprensa e,
D - utilizarem o nome e/ou a marca “Toque no Altar” para quaisquer fins, mesmo que para a mais singela referência;

12) Dessa forma, até a regularização do rompimento contratual, qualquer ação destas pessoas estará sujeita ao crivo dos termos do contrato em vigor;

13) Lembramos ainda que por força de dispositivo contratual, cabe ao Toque no Altar Music, o direito exclusivo de autorizar ou proibir, no país ou no exterior, a reprodução, a execução pública ou qualquer outra forma e/ou processo de utilização dos produtos do Ministério Toque no Altar, bem assim a inclusão de seu nome (marca) em publicidade;

14) A direção do “Toque no Altar” não se opõe, de forma alguma, a regularizar imediatamente esta desagradável situação, desde que todas as questões pendentes sejam devidamente resolvidas.

Aproveitamos ainda para divulgar que o Ministério Toque no Altar prossegue com suas atividades normalmente e que em breve, estará retornando aos estúdios para finalizar mais um trabalho, como sempre, dirigido e vindo do coração de Deus.

Enquanto isso, o “Toque no Altar” segue com suas participações em eventos pelo país e no exterior, sendo abençoado e abençoando a todos aqueles que crêem que “o que segue a justiça e a bondade, achará a vida, a justiça e a honra”.
(Provérbios 21.21)

Contamos com a compreensão e, principalmente, as orações de todos.

Atenciosamente,

Mauricio Soares
Diretor Executivo
Toque no Altar Music
E pra quem ainda acredita que lugar de pastor é junto às ovelhas, foi-se o tempo em que o que importava era a pureza do coração e uma intenção honrosa de servir a Deus. Hoje, sobra o profissionalismo dos pastores, o individualismo das ovelhas, e é só.

Postado por Seloti às 6:03 PM

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9 comentários:

Grande achado! Quando pensava que precisava de um pastor para plantar uma igreja, parece que o que preciso é um advogado.
Achei bizarro!

Luis F. Batista disse...
segunda-feira, fevereiro 05, 2007 10:42:00 PM  

É verdade! Vou pensar a respeito de abrir um 'seminário' que ofereça acessoria jurídica também... O_o

Alexandre Seloti disse...
terça-feira, fevereiro 06, 2007 10:10:00 AM  

É uma pena que, tanto na música, quanto no dia-a-dia das igrejas, ainda confundam excelência (bem-vinda na vida e no trabalho espiritual) com profissionalismo pernicioso e organização (também necessária) com comercialismo...
É por essas e outras que dólares viram "marcadores de bíblia" durante as viagens! (a propósito, vejam a charge do meu amigo Wilson Tonioli, que postei no meu blog).
Um abraço!

Fábio disse...
terça-feira, fevereiro 06, 2007 3:41:00 PM  

Difícil acreditar, não é?!
Saiu um texto meu no Jornal Batista (publicado ontem), com título "Ovelha Procura". Exatamente sobre os (nossos) pastores.

Estava sumido. Bom te reencontrar. Se tiveres novidades, manda! Ah...e quanto ao seu comentário, hilária a expressão "do mal"...rs

Queilinha disse...
quarta-feira, fevereiro 07, 2007 8:27:00 AM  

http://www.universomusical.com.br/materia.asp?mt=sim&cod=go&id=939

interessantes são os termos usados como: "vantagens que o ministério traz", "assumir a empresa" etc.

Leonardo Neves disse...
domingo, fevereiro 11, 2007 6:52:00 PM  

E ainda sou criticado quando digo que a igreja não deveria nem pedir oferta...

Sergio Luis disse...
quinta-feira, fevereiro 15, 2007 1:40:00 PM  

Só fico pensando se esse pessoal lembra que Paulo nos advertiu para que não levassemos nossas causas para que os ímpios nos julguem?
Maranata, Vem Senhor Jesus!!

Edmilson disse...
segunda-feira, março 12, 2007 1:23:00 AM  

sera que chegara o dia em que as igrejas vão se unir em um unico proposito, o de pregar a palavra de DEUS ou vão continuar como estão cada uma por si e quem sabe DEUS por todas, SERA

charneca disse...
terça-feira, março 27, 2007 1:46:00 PM  

Vergonha...

Rodrigo Tomazoni disse...
quinta-feira, agosto 30, 2007 3:23:00 PM  

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